Receba todos os dias pelo WhatsApp. Clique aqui.
🎶 Louvor
Escute e cante a música do dia para louvar ao Senhor.
Música de hoje: DE HOJE EM DIANTE
Hino 394 do Hinário Adventista.
🙏🏽 Momento de Oração
Passe agora alguns minutos em oração para receber iluminação do Espírito Santo para compreender a mensagem de hoje. Ore também pelos pedidos que anotou no celular ou caderno.
💬 Leitura
Leia os textos abaixo.
Se possível, use sua bíblia para conferir os textos bíblicos.
⬆️🎧 Também é possível ouvir este texto no áudio acima. (Duração: 9min 23s)
Dia 21
Conselhos sobre Saúde
Escrito por Ellen White (★1827 - ✞1915)
Capítulo 2 - Fatores de Saúde - Parte 11 de 26
A Santificação, um Princípio Vivo
Devemos considerar as palavras do apóstolo Paulo, nas quais apela ele a seus irmãos, pela compaixão de Deus, para que apresentem seus corpos "em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus". ... A santificação não é apenas uma teoria, uma emoção ou uma forma de palavras, mas um princípio vivo e ativo, que faz parte da vida diária. Demanda que nossos hábitos no comer, beber e vestir sejam de molde a assegurar a preservação da saúde física, mental e moral, para que possamos apresentar ao Senhor os nossos corpos - não uma oferta corrompida por hábitos maus - mas um "sacrifício vivo, santo e agradável a Deus". Rom. 12:1.
Ninguém que professe piedade considere com indiferença a saúde do corpo, e se iluda com o pensamento de que a intemperança não é pecado e não afetará sua espiritualidade. Existe uma estreita afinidade entre a natureza física e a moral. O padrão de virtude é elevado ou rebaixado por meio dos hábitos físicos. O excesso na ingestão do melhor alimento produzirá um estado mórbido dos sentimentos morais. E, se o alimento não for o mais saudável, os efeitos serão ainda mais danosos. Qualquer hábito que não promova o perfeito funcionamento saudável do organismo humano degrada as mais elevadas e nobres faculdades. Os maus hábitos no comer e beber conduzem a erros no pensamento e ação. A condescendência com o apetite fortalece as tendências animais, dando-lhes ascendência sobre as faculdades mental e espiritual.
"Que vos abstenhais das concupiscências carnais, que combatem contra a alma" (I Ped. 2:11), é o apelo do apóstolo Pedro. Muitos consideram esta admoestação como sendo aplicável apenas aos licenciosos; ela, porém, tem um significado mais amplo. Preserva de toda transigência danosa do apetite ou paixão. É uma advertência muito enérgica contra o uso de estimulantes tais como chá, café, fumo, álcool e morfina. Essas condescendências podem ser classificadas entre as concupiscências que exercem uma influência perniciosa sobre o caráter. Quanto mais cedo esses hábitos nocivos são contraídos, tanto mais firmemente mantêm eles suas vítimas em servidão à concupiscência, e tanto mais certamente rebaixarão elas o padrão de espiritualidade.
O ensino bíblico não exercerá senão uma tênue impressão sobre aqueles cujas faculdades estão entorpecidas pela condescendência com o apetite. Milhares sacrificarão não somente a saúde e a vida, mas sua esperança de um Céu, de preferência a moverem guerra contra seu próprio apetite depravado. Uma senhora, que por muitos anos pretendia estar santificada, fez a declaração de que, se devesse escolher entre seu cachimbo e o Céu, ela diria: "Adeus, Céu; não posso vencer meu apego por meu cachimbo." Esse ídolo fora abrigado na alma, reservando-se a Jesus um lugar secundário. Não obstante, aquela mulher pretendia ser inteiramente do Senhor!
Onde quer que estejam, aqueles que são verdadeiramente santificados elevarão a norma moral preservando os hábitos físicos corretos e, à semelhança de Daniel, apresentando a outros um exemplo de temperança e renúncia própria. Todo apetite pervertido torna-se um desejo adverso. Tudo que é incompatível com a lei natural cria uma condição doentia da alma. A condescendência com o apetite produz um estômago dispéptico, um fígado entorpecido, um cérebro embotado e, por conseguinte, perverte a índole e o espírito do homem. E essas faculdades debilitadas são oferecidas a Deus, que recusava aceitar as vítimas em sacrifício a menos que estas estivessem sem defeito. É nosso dever pôr nosso apetite e nossos hábitos de vida em conformidade com a lei natural. Se os corpos oferecidos sobre o altar de Cristo fossem examinados com o mesmo rigoroso escrutínio a que eram submetidos os sacrifícios judaicos, quem seria aceito com os nossos hábitos presentes?
Com que cuidado devem os cristãos reger os seus hábitos, a fim de que possam conservar o pleno vigor de cada faculdade para entregar ao serviço de Cristo! Se estivermos santificados em alma, corpo e espírito, devemos viver em conformidade com a lei divina. O coração não pode manter a consagração a Deus enquanto se condescende com os apetites e paixões a expensas da saúde e da vida. ...
As inspiradas advertências de Paulo contra a condescendência própria soam desde então até o nosso tempo. ... Apresenta ele para o nosso encorajamento a liberdade desfrutada pelo verdadeiramente santificado: "Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." Rom. 8:1. Ele exorta os gálatas: "Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne." Gál. 5:16 e 17. Menciona algumas formas de concupiscências carnais - a idolatria, bebedices e coisas semelhantes. Depois de mencionar os frutos do Espírito, entre os quais está a temperança, acrescenta: "E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências." Gál. 5:24.
Hoje há entre os professos cristãos muitos que haveriam de julgar que Daniel era por demais esquisito, e o pronunciariam como mesquinho e fanático. Eles consideram a questão do comer e beber como de muito pequena importância para exigir tão decidida resistência - tal que poderia envolver o provável sacrifício de todas as vantagens terrenas. Mas aqueles que assim raciocinam, notarão no dia do juízo que se desviaram das expressas exigências de Deus e se apoiaram em sua própria opinião como norma para o certo e para o errado. Descobrirão que aquilo que lhes parecera sem importância não fora assim considerado por Deus. Suas exigências deveriam ter sido sagradamente obedecidas. Aqueles que aceitam e obedecem a um de Seus preceitos porque lhes convém, ao passo que rejeitam a outro porque sua observância haveria de requerer sacrifício, rebaixam a norma do direito e, por seu exemplo, levam outros a considerarem levianamente a lei de Deus. "Assim diz o Senhor", deve ser nossa regra em todas as coisas. Review and Herald, 25 de janeiro de 1881.
Conselhos sobre Saúde, páginas 46, 47 e 48.
WHITE, Ellen G. Conselhos sobre Saúde. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira.
Disponível gratuitamente em ellenwhite.cpb.com.br
💚 21º dia da Jornada percorrido ✅